quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como a Web 3.0 Pode Tornar Google e Facebook Obsoletos


Futuro Jetsons: Aparelhos conectados vão se adaptar à rotina
Na semana passada, o especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson, fez uma profecia controversa. Dizia que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.
Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações. Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia perguntar.
Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários. E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.
Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em desktops ou laptops. Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas – entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são os principais dispositivos de acesso.
Permita-me discordar. Primeiro porque a web 2.0 está essencialmente associada à mobilidade. Não apenas de tablets e celulares, mas também de computadores portáteis. Fotos são tiradas pelo celular e compartilhadas em diferentes redes sociais quase que simultaneamente. Os protestos (Primavera Árabe, Occupy, entre outros) que vimos no ano passado foram protagonizados por celulares e câmeras portáteis, não por desktops.
Discordo também do fato de a web 3.0 ser a internet móvel. O que convencionou-se chamar de web 3.0 é a tal web semântica, que entende o que seu usuário quer e oferece exatamente aquilo que ele precisa. Assim, se a web 1.0 perguntava o que você queria, a web 2.0 traz o que você quer sem mesmo que você saiba que queira (pense na quantidade de assuntos que conheceu graças a links de amigos no Facebook). A web 3.0 facilitaria isso ainda mais – e você nem perceberia que está entrando na internet ao receber tais informações.
Eis meu ponto: a web 3.0 não é de computadores e celulares, mas de todos os aparelhos da sua casa, que, aos poucos, conectam-se à internet. Primeiro a TV, e depois logo virá o rádio, o carro, a cozinha e tudo que puder ser conectado. Não é simplesmente um navegador que, a partir de seus hábitos online, lhe entrega o que você nem sabe que está procurando e, sim, um futuro dos Jetsons – sem o carro voador. Você acorda e em dez minutos a água do banho está esquentando. E logo que você desliga o chuveiro, a cafeteira começa a preparar seu café. A web 3.0 nos desconecta de aparelhos, por completo.
Mas concordo em um ponto com Jackson: o Google desta web 3.0 ainda não surgiu. E pode sim tornar Google e Facebook obsoletos em pouco tempo.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Se Você é O Que Você Compartilha, Compartilhe por um Mundo Melhor

Eu queria escrever algo...
Pensei em várias coisas...
Completei 50 anos (isso mexe com a gente!) e o que fiz da minha vida? Ou seria melhor, o que fiz na minha vida? Não. Não vou discutir a minha vida. Afinal com seus erros e acertos, foi a vida que eu escolhi viver.
Mas como não falar dela se tudo que faço, penso ou sinto está relacionado à minha vida? Tanta coisa mudou! Tantos anos se passaram! Tantas pessoas eu conheci! E daí?
Daí que me emociona falar da minha vida! Eu escolhi o caminho do bem. Sempre fui o “boa praça”, o cara legal e amigos de todos. Isso lhe parece piegas? Sinto muito! Sou feliz por saber disso!
Personalidade, Deus, a família e amigos são mesmo a base de tudo e eu dei muita sorte de ter uma família incrível... Serei eternamente grato aos meus pais pelos valores repassados! Quanto aos amigos tive e tenho os melhores que eu poderia desejar ter e a eles também a minha gratidão, por que sem a convivência recíproca e compartilhada com eles, eu não seria o que sou!
Opa! Acabo de escrever uma palavra “mágica”: COMPARTILHAR!
Talvez este tenha sido o ponto chave da minha vida, pois para o bem ou para o mal, eu sempre compartilhei tudo na minha vida. Não fica pedra sobre pedra, pois compartilho alegrias, tristezas, risos e lágrimas. Compartilho conhecimento, atenção, carinho e por vezes devoção.
E o que seria da minha vida se eu não compartilhasse minhas verdades com as pessoas? É tão bom obter respostas, apoios e mesmo criticas e puxões de orelha! Isso é vida !
Sou Sagitariano e bem cedo eu descobri que seria importante lançar as minhas “flechas” por aí...em busca de respostas às minhas inquietudes. Essas “flechas” foram, de forma intuitiva, a primeira maneira que encontrei de “compartilhar”.
Mas o mundo mudou muito nesses 50 anos. A forma de ser e de agir das pessoas não é mais a mesma. Hoje todos são mais ressabiados e uma pessoa ressabiada compartilha sua vida, seus sentimentos, suas histórias? Eu posso garantir, mesmo para os mais ressabiados, que vale a pena compartilhar sempre!
Há uns dois anos eu escutei pela 1ª vez a frase: “Você é o que você compartilha” e o sentido disso passou a dar um melhor entendimento a tudo que fiz e compartilhei. Foi como um sopro divino!  Tipo eu encontrei o meu mundo! E o meu mundo também estava nas Redes Socias, um “caleidoscópio”, um “caldeirão online” sempre em ebulição no qual eu mergulhei de cabeça (coração também).
Muito além de compartilharmos musicas fotos, pensamentos e um punhado de outras coisas, as redes sociais nos permitem revigorar antigas amizades adormecidas; conhecer e interagir com pessoas de todas as nuances e em qualquer lugar do planeta.
Não entrando no mérito sobre a existência do céu e do há inferno, sabemos que pessoas boas e más estão misturadas neste vão entre o fundo e o topo, e enquanto juntas, não há em se esperar uma sociedade sem problemas.
Mas se você é como eu, que compartilha que bons sentimentos e ideias têm o poder de mudar o mundo, você conseguirá enxergar que quando as redes sociais e a cultura da responsabilidade socioambiental se fundirem para valer e milhões e milhões de pessoas espalhadas pelo Planeta obtiveram uma ampla consciência que o verdadeiro poder provem do “fazer o bem”, do amor e do respeito ao próximo e a natureza, o mundo será um lugar muito melhor para se viver do que é hoje.
Não sou tolo de crer que essa mudança se dará em pouco tempo. Tudo isso é um processo trabalhoso e demorado, mas o importante é que tenhamos, cada vez mais, pessoas que acreditem nele e trabalhem por ele, de forma online e offline.
O seu esforço não será um fardo, basta que você COMPARTILHE.
Lembrando: “Você é o que você compartilha”!
A Terra, o nosso futuro, o futuro das próximas gerações depende de tudo que compartilhamos.


Renato Serra

Se Você é O Que Você Compartilha, Compartilhe por uma Mundo Melhor

Eu queria escrever algo...
Pensei em várias coisas...
Completei 50 anos (isso mexe com a gente!) e o que fiz da minha vida? Ou seria melhor, o que fiz na minha vida? Não. Não vou discutir a minha vida. Afinal com seus erros e acertos, foi a vida que eu escolhi viver.
Mas como não falar dela se tudo que faço, penso ou sinto está relacionado à minha vida? Tanta coisa mudou! Tantos anos se passaram! Tantas pessoas eu conheci! E daí?
Daí que me emociona falar da minha vida! Eu escolhi o caminho do bem. Sempre fui o “boa praça”, o cara legal e amigos de todos. Isso lhe parece piegas? Sinto muito! Sou feliz por saber disso!
Personalidade, Deus, a família e amigos são mesmo a base de tudo e eu dei muita sorte de ter uma família incrível... Serei eternamente grato aos meus pais pelos valores repassados! Quanto aos amigos tive e tenho os melhores que eu poderia desejar ter e a eles também a minha gratidão, por que sem a convivência recíproca e compartilhada com eles, eu não seria o que sou!
Opa! Acabo de escrever uma palavra “mágica”: COMPARTILHAR!
Talvez este tenha sido o ponto chave da minha vida, pois para o bem ou para o mal, eu sempre compartilhei tudo na minha vida. Não fica pedra sobre pedra, pois compartilho alegrias, tristezas, risos e lágrimas. Compartilho conhecimento, atenção, carinho e por vezes devoção.
E o que seria da minha vida se eu não compartilhasse minhas verdades com as pessoas? É tão bom obter respostas, apoios e mesmo criticas e puxões de orelha! Isso é vida !
Sou Sagitariano e bem cedo eu descobri que seria importante lançar as minhas “flechas” por aí...em busca de respostas às minhas inquietudes. Essas “flechas” foram, de forma intuitiva, a primeira maneira que encontrei de “compartilhar”.
Mas o mundo mudou muito nesses 50 anos. A forma de ser e de agir das pessoas não é mais a mesma. Hoje todos são mais ressabiados e uma pessoa ressabiada compartilha sua vida, seus sentimentos, suas histórias? Eu posso garantir, mesmo para os mais ressabiados, que vale a pena compartilhar sempre!
Há uns dois anos eu escutei pela 1ª vez a frase: “Você é o que você compartilha” e o sentido disso passou a dar um melhor entendimento a tudo que fiz e compartilhei. Foi como um sopro divino!  Tipo eu encontrei o meu mundo! E o meu mundo também estava nas Redes Socias, um “caleidoscópio”, um “caldeirão online” sempre em ebulição no qual eu mergulhei de cabeça (coração também).
Muito além de compartilharmos musicas fotos, pensamentos e um punhado de outras coisas, as redes sociais nos permitem revigorar antigas amizades adormecidas; conhecer e interagir com pessoas de todas as nuances e em qualquer lugar do planeta.
Não entrando no mérito sobre a existência do céu e do há inferno, sabemos que pessoas boas e más estão misturadas neste vão entre o fundo e o topo, e enquanto juntas, não há em se esperar uma sociedade sem problemas.
Mas se você é como eu, que compartilha que bons sentimentos e ideias têm o poder de mudar o mundo, você conseguirá enxergar que quando as redes sociais e a cultura da responsabilidade socioambiental se fundirem para valer e milhões e milhões de pessoas espalhadas pelo Planeta obtiveram uma ampla consciência que o verdadeiro poder provem do “fazer o bem”, do amor e do respeito ao próximo e a natureza, o mundo será um lugar muito melhor para se viver do que é hoje.
Não sou tolo de crer que essa mudança se dará em pouco tempo. Tudo isso é um processo trabalhoso e demorado, mas o importante é que tenhamos, cada vez mais, pessoas que acreditem nele e trabalhem por ele, de forma online e offline.
O seu esforço não será um fardo, basta que você COMPARTILHE.
Lembrando: “Você é o que você compartilha”!
A Terra, o nosso futuro, o futuro das próximas gerações depende de tudo que compartilhamos.


Renato Serra

Se Você é O Que Você Compartilha, Compartilhe por uma Mundo Melhor

Eu queria escrever algo...
Pensei em várias coisas...
Completei 50 anos (isso mexe com a gente!) e o que fiz da minha vida? Ou seria melhor, o que fiz na minha vida? Não. Não vou discutir a minha vida. Afinal com seus erros e acertos, foi a vida que eu escolhi viver.
Mas como não falar dela se tudo que faço, penso ou sinto está relacionado à minha vida? Tanta coisa mudou! Tantos anos se passaram! Tantas pessoas eu conheci! E daí?
Daí que me emociona falar da minha vida! Eu escolhi o caminho do bem. Sempre fui o “boa praça”, o cara legal e amigos de todos. Isso lhe parece piegas? Sinto muito! Sou feliz por saber disso!
Personalidade, Deus, a família e amigos são mesmo a base de tudo e eu dei muita sorte de ter uma família incrível... Serei eternamente grato aos meus pais pelos valores repassados! Quanto aos amigos tive e tenho os melhores que eu poderia desejar ter e a eles também a minha gratidão, por que sem a convivência recíproca e compartilhada com eles, eu não seria o que sou!
Opa! Acabo de escrever uma palavra “mágica”: COMPARTILHAR!
Talvez este tenha sido o ponto chave da minha vida, pois para o bem ou para o mal, eu sempre compartilhei tudo na minha vida. Não fica pedra sobre pedra, pois compartilho alegrias, tristezas, risos e lágrimas. Compartilho conhecimento, atenção, carinho e por vezes devoção.
E o que seria da minha vida se eu não compartilhasse minhas verdades com as pessoas? É tão bom obter respostas, apoios e mesmo criticas e puxões de orelha! Isso é vida !
Sou Sagitariano e bem cedo eu descobri que seria importante lançar as minhas “flechas” por aí...em busca de respostas às minhas inquietudes. Essas “flechas” foram, de forma intuitiva, a primeira maneira que encontrei de “compartilhar”.
Mas o mundo mudou muito nesses 50 anos. A forma de ser e de agir das pessoas não é mais a mesma. Hoje todos são mais ressabiados e uma pessoa ressabiada compartilha sua vida, seus sentimentos, suas histórias? Eu posso garantir, mesmo para os mais ressabiados, que vale a pena compartilhar sempre!
Há uns dois anos eu escutei pela 1ª vez a frase: “Você é o que você compartilha” e o sentido disso passou a dar um melhor entendimento a tudo que fiz e compartilhei. Foi como um sopro divino!  Tipo eu encontrei o meu mundo! E o meu mundo também estava nas Redes Socias, um “caleidoscópio”, um “caldeirão online” sempre em ebulição no qual eu mergulhei de cabeça (coração também).
Muito além de compartilharmos musicas fotos, pensamentos e um punhado de outras coisas, as redes sociais nos permitem revigorar antigas amizades adormecidas; conhecer e interagir com pessoas de todas as nuances e em qualquer lugar do planeta.
Não entrando no mérito sobre a existência do céu e do há inferno, sabemos que pessoas boas e más estão misturadas neste vão entre o fundo e o topo, e enquanto juntas, não há em se esperar uma sociedade sem problemas.
Mas se você é como eu, que compartilha que bons sentimentos e ideias têm o poder de mudar o mundo, você conseguirá enxergar que quando as redes sociais e a cultura da responsabilidade socioambiental se fundirem para valer e milhões e milhões de pessoas espalhadas pelo Planeta obtiveram uma ampla consciência que o verdadeiro poder provem do “fazer o bem”, do amor e do respeito ao próximo e a natureza, o mundo será um lugar muito melhor para se viver do que é hoje.
Não sou tolo de crer que essa mudança se dará em pouco tempo. Tudo isso é um processo trabalhoso e demorado, mas o importante é que tenhamos, cada vez mais, pessoas que acreditem nele e trabalhem por ele, de forma online e offline.
O seu esforço não será um fardo, basta que você COMPARTILHE.
Lembrando: “Você é o que você compartilha”!
A Terra, o nosso futuro, o futuro das próximas gerações depende de tudo que compartilhamos.


Renato Serra

Se Você é O Que Você Compartilha, Compartilhe por uma Mundo Melhor

Eu queria escrever algo...
Pensei em várias coisas...
Completei 50 anos (isso mexe com a gente!) e o que fiz da minha vida? Ou seria melhor, o que fiz na minha vida? Não. Não vou discutir a minha vida. Afinal com seus erros e acertos, foi a vida que eu escolhi viver.
Mas como não falar dela se tudo que faço, penso ou sinto está relacionado à minha vida? Tanta coisa mudou! Tantos anos se passaram! Tantas pessoas eu conheci! E daí?
Daí que me emociona falar da minha vida! Eu escolhi o caminho do bem. Sempre fui o “boa praça”, o cara legal e amigos de todos. Isso lhe parece piegas? Sinto muito! Sou feliz por saber disso!
Personalidade, Deus, a família e amigos são mesmo a base de tudo e eu dei muita sorte de ter uma família incrível... Serei eternamente grato aos meus pais pelos valores repassados! Quanto aos amigos tive e tenho os melhores que eu poderia desejar ter e a eles também a minha gratidão, por que sem a convivência recíproca e compartilhada com eles, eu não seria o que sou!
Opa! Acabo de escrever uma palavra “mágica”: COMPARTILHAR!
Talvez este tenha sido o ponto chave da minha vida, pois para o bem ou para o mal, eu sempre compartilhei tudo na minha vida. Não fica pedra sobre pedra, pois compartilho alegrias, tristezas, risos e lágrimas. Compartilho conhecimento, atenção, carinho e por vezes devoção.
E o que seria da minha vida se eu não compartilhasse minhas verdades com as pessoas? É tão bom obter respostas, apoios e mesmo criticas e puxões de orelha! Isso é vida !
Sou Sagitariano e bem cedo eu descobri que seria importante lançar as minhas “flechas” por aí...em busca de respostas às minhas inquietudes. Essas “flechas” foram, de forma intuitiva, a primeira maneira que encontrei de “compartilhar”.
Mas o mundo mudou muito nesses 50 anos. A forma de ser e de agir das pessoas não é mais a mesma. Hoje todos são mais ressabiados e uma pessoa ressabiada compartilha sua vida, seus sentimentos, suas histórias? Eu posso garantir, mesmo para os mais ressabiados, que vale a pena compartilhar sempre!
Há uns dois anos eu escutei pela 1ª vez a frase: “Você é o que você compartilha” e o sentido disso passou a dar um melhor entendimento a tudo que fiz e compartilhei. Foi como um sopro divino!  Tipo eu encontrei o meu mundo! E o meu mundo também estava nas Redes Socias, um “caleidoscópio”, um “caldeirão online” sempre em ebulição no qual eu mergulhei de cabeça (coração também).
Muito além de compartilharmos musicas fotos, pensamentos e um punhado de outras coisas, as redes sociais nos permitem revigorar antigas amizades adormecidas; conhecer e interagir com pessoas de todas as nuances e em qualquer lugar do planeta.
Não entrando no mérito sobre a existência do céu e do há inferno, sabemos que pessoas boas e más estão misturadas neste vão entre o fundo e o topo, e enquanto juntas, não há em se esperar uma sociedade sem problemas.
Mas se você é como eu, que compartilha que bons sentimentos e ideias têm o poder de mudar o mundo, você conseguirá enxergar que quando as redes sociais e a cultura da responsabilidade socioambiental se fundirem para valer e milhões e milhões de pessoas espalhadas pelo Planeta obtiveram uma ampla consciência que o verdadeiro poder provem do “fazer o bem”, do amor e do respeito ao próximo e a natureza, o mundo será um lugar muito melhor para se viver do que é hoje.
Não sou tolo de crer que essa mudança se dará em pouco tempo. Tudo isso é um processo trabalhoso e demorado, mas o importante é que tenhamos, cada vez mais, pessoas que acreditem nele e trabalhem por ele, de forma online e offline.
O seu esforço não será um fardo, basta que você COMPARTILHE.
Lembrando: “Você é o que você compartilha”!
A Terra, o nosso futuro, o futuro das próximas gerações depende de tudo que compartilhamos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Tchau, PC!

A Microsoft construiu um império no século 20 sob a premissa de colocar um computador em cada mesa. Agora, o brasileiro Alex Kipman quer levar a empresa a dominar o século 21 – livrando-nos dos computadores.
Poucas empresas podem dizer que ajudaram a moldar o mundo com tanta propriedade quanto a Microsoft. Com 36 anos de existência, ela embute seu sistema operacional em nove de cada dez computadores vendidos no mundo. À esteira desse sucesso, domina os principais softwares para PCs: Excel, PowerPoint, Internet Explorer, Word, Outlook. Trata-se de um virtual monopólio, cuja consequência é um valor de mercado de US$ 227 bilhões, com receita anual de US$ 70 bilhões e a maior taxa de dividendos do mundo da tecnologia, 2,36% por ação. Não à toa, seu fundador, Bill Gates, é o americano mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 59 bilhões.

Com tudo isso, a Microsoft perdeu o hype. Ficou para trás, na última década, nas principais tendências do século 21 – as buscas na internet (domínio do Google), as redes sociais (terreno de Facebook e Twitter), o comércio eletrônico (cujo campeão é a Amazon) e as plataformas móveis (território primeiro da Nokia e da RIM, tomado há alguns anos pela Apple). A percepção de que a Microsoft é uma empresa cheia de presente, mas com futuro duvidoso, torna suas ações incomodamente estáveis, num mercado (o tecnológico) em franca expansão. Chega a tal ponto o desdém pela Microsoft que a edição de novembro da revista Fast Company, especializada em negócios e inovação, lançou quatro capas diferentes, cada uma com um vencedor da “Grande Guerra da Tecnologia” – Apple, Facebook, Google e Amazon.
Alto lá, analistas e videntes.
Há algumas fortes razões para não descartar a Microsoft dessa guerra pelo futuro.
A primeira: a Microsoft tem dinheiro. Muito dinheiro. São US$ 50 bilhões em caixa. A qualquer momento ela pode comprar um atalho para a próxima grande tendência.
A segunda: esse atalho já pode ter sido encontrado. A Microsoft soube surpreender no extremamente competitivo mercado de games, lotado de inovações. O Kinect, lançado em 2010, representou uma revolução.
A terceira: o Kinect não impulsiona apenas uma divisão de entretenimento que cresce estrondosos 60% ao ano. Ele representa a infância de uma nova interface entre homens e máquinas. É um sistema que pode contaminar tudo o que fazemos.
Quer mais futuro que isso?
Por trás desse futuro está uma das mentes mais brilhantes do mundo da tecnologia atual, o brasileiro Alex Kipman. A seguir, a história do seu sucesso – e, mais importante, dos seus planos.
Estamos em novembro de 2010, em um laboratório na sede da Microsoft, em Redmond, nos arredores de Seattle. Uma placa pendurada na porta do local recomenda (ou ameaça?): Embrace change (“Abrace a mudança”). O momento é de descontração. Um soldado do Exército americano é aguardado ali para testar o sistema de sensores do Kinect, o aparelhinho que, usado no console de jogos Xbox 360, capta movimentos e os transforma em comandos para computadores. Mas bastou o convidado pôr os pés no local para que o clima festivo desandasse. O militar não tinha o braço direito. Ele o havia perdido em combate. E aquela constatação criou um baita impasse. Como uma pessoa sem uma parte do corpo poderia usar uma ferramenta concebida para funcionar com seres humanos com um formato padrão? Pior. O soldado era destro. E queria jogar pingue-pongue.
O Kinect emite raios infravermelhos para iluminar o ambiente. Ele identifica as pessoas, independentemente da quantidade de luz natural.

Alex Kipman, o pai do brinquedinho, preparava-se para o desastre. Natural de Curitiba, no Paraná, ele criou os algoritmos que deram vida ao Kinect. Naquele momento, tinha certeza do fracasso do aparelho. Tenso como a corda de um violino prestes a estourar, posicionou-se na frente da tela de comando do sistema. Dali, podia observar como os sensores do equipamento “liam” o corpo do militar. Espantou-se quando – de repente – a máquina começou a completar a silhueta do soldado. Ela percebeu a ausência do braço e produziu outro, virtual. Depois, colocou uma raquete (eletrônica) em uma mão direita (igualmente eletrônica). Fez tudo isso sozinha, sem receber nenhuma ordem ou comando adicional. Kipman sorriu e soltou um enigmático “ahã!”. O convidado iniciou o jogo, mas foi obrigado a fazer uma pausa após os primeiros pontos disputados. Sentou-se e chorou feito um bebê. Não acreditava que o Kinect lhe tinha devolvido o braço. Não só ele. Ninguém na sala acreditava.
A única explicação para o fenômeno estava contida no “ahã!” de Kipman. Eis a sua tradução: o sistema desenvolvido pelo brasileiro usa uma lógica peculiar. Hoje, os computadores são programados para executar tarefas predeterminadas. Aperte a tecla “x” e a letra aparecerá no monitor. Pronto. A relação é de causa e efeito. O programa não faz distinção entre a agudeza de um “i” e a sinuosidade de um “s”. Executa, apenas. A máquina de Kipman é diferente. Ela foi concebida para aprender. Usa sensores com raios infravermelhos para identificar informações relevantes em um ambiente. Um corpo, por exemplo. E consegue aceitar variações dentro desse tema. “Não importa se as pessoas são gordas ou magras, baixas ou altas, crianças ou adultos”, diz Kipman. “Todas podem brincar. O Kinect tem certa flexibilidade para interpretar o mundo. Faz com que a máquina nos entenda. É isso que o torna tão especial.”
Ele desbancou o iPhone
Essas propriedades têm feito um bem danado para a Microsoft. A começar pelo cofre. O acessório do Xbox foi lançado em novembro do ano passado. Entrou para o livro dos recordes como o eletrônico mais vendido em menor tempo da história – nessa corrida, bateu ícones das prateleiras como iPods, iPhones e iPads. Emplacou 8 milhões de unidades em dois meses, mais de 130 mil maquininhas por dia. No fim do último ano fiscal nos Estados Unidos, encerrado em julho, a Microsoft reportou um lucro líquido de US$ 23,1 bilhões, com alta de 23% em relação ao período anterior. O resultado foi fortemente impulsionado pela dupla Kinect-Xbox. Ela foi responsável pelo crescimento de 30% da receita da divisão de entretenimento, a área da companhia que apresentou o avanço mais robusto entre todos os departamentos.
Se fosse só isso, já seria um impacto de dar inveja em qualquer empresa. Mas não é. O Kinect está fazendo com a Microsoft o que fez com o militar que o testou. Até o ano passado, dizia-se que a Microsoft tinha perdido suas asas – a capacidade de sobrevoar o mercado e vislumbrar o mundo do futuro. Da sala de Kipman, o Kinect está desenhando novas asas para a empresa. A prova disso veio em julho, quando a Microsoft liberou parte do código do sistema de sensores para os desenvolvedores de softwares (os hackers). A decisão foi comemorada entre os nerds e gerou dezenas de novas aplicações para o equipamento. A maior parte dessas ideias parece ter sido extraída de um roteiro de ficção, e várias apontam para uma revolução. Bastam cinco exemplos:
1 Médicos no Canadá usam o Kinect para consultar em um monitor, com gestos e comandos de voz, os exames de pacientes dentro de centros cirúrgicos. Com isso, não tocam nos arquivos e não comprometem a esterilização das mãos.
O médico canadense Calvin Law gesticula para ver os exames de um paciente em uma TV, durante cirurgia.

2 A Mastercard testa um sistema de compras pela TV com base nos sensores da Microsoft. Os usuários gesticulam no ar, como personagens do filme Minority Report, e as opções de produtos e as formas de pagamento se sucedem na tela.
3 Na Universidade de Konstanz, na Alemanha, o produto foi usado para orientar um cego a andar. Instalado em um capacete, ele identificava as barreiras do trajeto e repassava informações verbais para o deficiente visual.
Acoplado a um capacete, o Kinect guia um pesquisador: o sistema pode ser usado por deficientes visuais.

4 Estudantes da Universidade da Califórnia, em San Diego, transformaram o aparelho em um escâner gigante. Eles gravaram em 3D detalhes de um sítio arqueológico na Jordânia. Tal recurso ajuda a organizar as buscas e cria um arquivo das escavações.
5 O Kinect também é usado em atividades socioeducacionais. Elas incluem métodos interativos de ensino de inglês para comunidades carentes na África do Sul e jogos para crianças autistas (elas conseguem brincar com o aparelho, que não exige o uso de intrincados joysticks e controles cheios de botões).

Por Carlos Rydlewski

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Você Vai de Google Currents?

Uma das últimas adições do Google é o Google Currents , que permite que você acesse as principais publicações e blogs que você acompanha no seu dispositivo Android, iPhone ou iPad. Além disso, você pode navegar, ler e compartilhar seu conteúdo - tudo em um formato de revista swipable.

Tudo que você precisa fazer é baixar o aplicativo gratuito para o seu smartphone e entrar com o Google ou o Gmail.

O serviço permite que você adicione seus próprios RSS feeds, vídeos e feeds de fotos, bem como feeds do Google+. O Google Currents também torna realmente fácil o compartilhamento conteúdos com seus amigos via Twitter, Facebook e Google+.

O aplicativo tem algumas características úteis para os editores de conteúdo. Junto com a adição de conteúdo (ou feeds RSS), os editores podem acrescentar fotos, vídeos, atualizações sociais, e ainda personalizar o layout do seu perfil Google Currents. Este é um ótimo recurso para empresas e organizações que queiram mostrar sua marca para os leitores no Google Currents.

Estou curioso em saber o quão rapidamente o Google Currents decola. Qual a sua opinião? você vai baixar a sua app?

Veja um vídeo de apresentação do Google Currents abaixo.



domingo, 4 de setembro de 2011

Top 5 - Tipos de Tweets que uma Empresa Deve Evitar.

O Twitter é um meio de comunicação social digital cuja plataforma possibilita um “local” para uma conversa genuína entre empresas/marcas e pessoas.

Quando bem utilizado e monitorado, o Twitter possibilita às empresas a um maior envolvimento com os clientes e a construção de uma afinidade com a marca além da conquista de clientes “evangelizadores”. 

Como o Twitter se move em um ritmo muito rápido, é importante estar atento sobre o momento e o contexto de seus tweets. Aqui está uma lista dos 5 principais tipos de tweets que as empresas absolutamente não devem enviar.
  1. Informações irrelevantes. Trabalhe apenas com informações importantes para seus clientes e a empresa. Certifique-se a todo custo que a informação é completamente relevante. Por exemplo, a menos que estejam de alguma forma relacionados a marca, não tweet sobre assuntos ligados à política, às condições meteorológicas e outros eventos atuais. É inadequado e em nada irão beneficiar. Certifique-se de twittar sobre assuntos cujas as informações a empresa é especialista. Lembre-se, o Twitter é um lugar para a sua marca estabelecer-se como uma referência;
  2. Badmouthing competitivo. Os tweets nunca deverão possuir conteúdo falando mal das empresas concorrentes da sua marca. Fazer isso só vai contribuir para gerar uma imagem ruim da empresa para os seus clientes, potenciais clientes e o mercado. É importante, no entanto, monitorar o que estão falando no Twitter sobre a sua concorrência, sem marcar uma posição a respeito do que se fala e nem retwitando conteúdos postados por clientes. Aproveite os tweets com testemunhos sobre uma má experiência com a sua concorrência, e passe a seguir os clientes insatisfeitos, podendo também avaliar um oferecimento de um serviço ou produto baseado em solução para eles;
  3. Informações Falsas ou Rumores. Se não tem certeza absoluta sobre a informação não a publique! Por exemplo, não palpite sobre lançamentos de produtos ou qualquer informação que é boato. Considere sempre o compromisso ético e transparente na comunicação com seus clientes. Tenha em mente que qualquer coisa que twittou ou enviou em uma Mensagem Direta pode voltar para “mordê-lo”, a menos que a empresa esteja 100% certo sobre a sua validade;
  4. Maus Clientes. Jamais escreva algo que não seja positivo com relação aos seus clientes. Mesmo que um ou mais clientes estejam falando mal da marca no Twitter não retruque o conteúdo. Não os mencione. O correto é chegar a essa pessoa e dizer: "Sintimos muito que você esteja  tendo problemas, por favor nos envie uma mensagem com suas informações de contato para que possamos gerar uma solução. Ficaremos felizes em ajudar." Dessa forma, a empresa, publicamente, mostra que está disposta a ajudá-los. No entanto, depois disso, não tweet mais nada publicamente sobre este cliente;
  5. Informações Confidenciais ou Pessoais. Nunca publique tweets sobre funcionários, salários, acertos comerciais e etc., Tradicionalmente são conteúdos de interesse e uso interno da empresa. Lembre-se que o que a empresa publica no Twitter pode ser usado contra ela e por isso deve-se estar sempre atento ao que se diz e responde. Isto é valido para os tweets e as Mensagens Diretas.
Novamente, o Twitter é uma das mais poderosas ferramentas que as empresas têm para se comunicar diretamente com seus clientes e potenciais clientes. É um grande espaço para estabelecer a sua empresa como uma líder do seu mercado e especialista em conhecimento sobre o assunto de seus produtos e serviços. Não é, no entanto, um lugar para falar mal da concorrência e ficar gerando tweet sem sentido.

É importante manter a credibilidade da marca em um espaço de mídia social, assim como seria em uma conferência de imprensa. É por isso é crucial manter o controle de seus tweets e certifique-se que os representantes designados da sua empresa são treinados sobre o que é e o que não é apropriado dizer online. Utilize o Twitter e outras plataformas de mídia social para construir afinidades com sua empresa.

Renato Serra

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Interatividade - Um Corretor de Imóveis nas Mídias Sociais


Há exatos 30 dias eu resolvi encarar o desafio de dar um passo diferente na minha vida profissional e me tornei um Corretor de Imóveis. Uma situação nova e como tal motivadora e também cheia de desafios.

Evidente que foi uma situação pensada e para que eu tivesse a convicção que posso ter sucesso como Corretor, pesou o fato de eu ter um longo histórico profissional de atendimento e vendas a clientes em funções gerenciais, bem como a recente experiência que venho tendo com a gestão de mídias sociais.

Se há mais de dois anos eu estou enfurnado no universo das redes sociais, não seria lógico que eu não tentasse colocar em prática algumas premissas de interatividade e relacionamento nas quais acredito e que merecem ser testadas. Virei “cobaia” de mim mesmo!

O primeiro desafio na utilização de redes sociais como Corretor de Imóveis é como conseguir ser relevante em um mercado que eu desconheço os seus detalhes? Penso que a solução é não utilizar as redes sociais e o blog que criei com o objetivo explicito de vendas. Nada de utilizá-los como um classificados online. 

A minha crença é de que as redes sociais não são apropriadas para vendas, mas sim para a divulgação de conteúdos que possam ser relevantes para determinadas pessoas/grupos, gerando assim interesses comuns e interatividade. Claro que desejo, e muito, vender imóveis, mas as redes sociais estão funcionando como canais para que eu divulgue o que estou fazendo, onde estou de plantão (convido as pessoas a irem aos stands), quais são as novidades do mercado imobiliário que são do interesse dos clientes, lançamentos e características dos imóveis que estou comercializando, dicas diversas e etc..

Ainda é cedo para apurar os resultados, mas já recebi alguns elogios importantes pela forma como estou conduzindo essa comunicação online. Isto é estimulante! Assumo o compromisso de ir divulgando aqui no blog os números, avanços e ocorrências que forem relevantes neste aprendizado.

Se você tiver interesse nos conteúdos que tenho postado no “Blog Corretor Online” e no Twitter @Renato_Brook, fique a vontade para me seguir e também interagir, pois nesse novo processo as sugestão/dicas de vocês são muito importantes.

Grande abraço!

by Renato Serra